06 de Dezembro de 2007

REVISTA DE IMPRENSA: 

 

 

Os jornalistas e a Emprin – a empresa de comunicação de Coimbra que colaborava com a TVI na produção de informação na Região Centro – chegaram ontem a um acordo quanto à cessação dos seus contratos, passando a partir de hoje à condição de desempregados.

A empresa diz que foi obrigada a encerrar, depois de suspensa a colaboração que mantinha com a TVI, por não conseguir suportar os elevados custos da actividade. Para além dos 14 jornalistas, também viram os seus contratos cessados uma produtora e uma contabilista.

No final da reunião, que decorreu ontem à tarde nas instalações da produtora, o administrador, Figueiredo Rodrigues, mostrou-se bastante desagradado com a situação dos jornalistas e outros funcionários, adiantando que tentou tudo para que os seus postos de trabalho fossem mantidos.

Numa das cartas que enviou à TVI, o administrador da Emprin afirma que “a boa vontade da empresa foi ao ponto de, caso se desse o terminus da relação existente, estar na disposição de apoiar e colaborar na transferência dos serviços prestados para a TVI ou outra entidade definida [pelo canal de televisão], assegurando a transição por tempo razoável.”

Para Figueiredo Rodrigues, “a empresa encerrou e eles [os jornalistas] estão pior que eu. O meu diálogo com a TVI foi sempre no sentido de a actividade destes profissionais poder ser assegurada”, o que não se verificou.

A Emprin propôs à TVI a renovação do contrato anual para 2006/2007, com aumento de quatro por cento em relação ao valor pago no ano anterior. Apesar da empresa de televisão não ter aceite o acréscimo, a produtora de Coimbra manteve-se em actividade até que a situação se tornou insustentável e levou ao seu encerramento, a 30 de Novembro.

Os jornalistas agora desempregados, que pediram para não ser identificados, apenas disseram, no final da reunião, que querem “ver toda esta situação resolvida para poderem começar a receber do Fundo de Desemprego e a procurar outro trabalho.”

A Emprin assegurou que os pagamentos em atraso, relativos ao mês de Novembro e aos subsídios de Natal, serão pagos aos 16 ex-trabalhadores até 15 de Dezembro.

A última avença que “a TVI pagou foi em Novembro”, disse ao CM António Monteiro Coelho, porta-voz da estação, que declina qualquer responsabilidade no caso pela empresa controlada pela Prisa. “Rescindimos contrato depois de terem deixado de responder às nossas solicitações”, afirmou o mesmo responsável.

“A TVI não pode fazer nada relativamente à situação dos trabalhadores. Tínhamos apenas uma relação com a empresa”, concluiu Monteiro Coelho.
Deus Amaral

publicado por Portugal TV às 23:41

REVISTA DE IMPRENSA:

http://jn.sapo.pt/2007/12/06/televisao/nos_ca_contribuido_para_aumento_sent.html

Agostinho Santos

Passados quatro anos de emissão do programa "Nós por cá", na SIC, a jornalista Conceição Lino, responsável pela rubrica de informação, revela que este espaço de denúncia tem contribuído junto das populações para o aumento do sentido da cidadania. A pivô confessou ao JN que dificilmente alguma coisa lhe dará maior satisfação, do que saber que a sua intervenção na televisão teve frutos e fez mudar alguma coisa.

Conceição Lino conta que as histórias que lhe chegam às mãos são muitas e de todos os géneros. Desde situações que se relacionam com autarquias, instituições públicas ou privadas e grandes e pequenas empresas, até questões do sector da Saúde ou da Justiça.

A jornalista recebe as denúncias das mais diversas formas - por e-mail, carta ou telefone -, mas também acolhe as sugestões dos colegas, que a aconselham a pegar em determinados assuntos, quando consideram que se adaptam ao formato da rubrica de informação.

Algumas das histórias são alarmantes, continua a relatar a responsável pelo programa, que diz mesmo que "muitas dessas denúncias envergonham e embaraçam-nos a todos".

Mesmo assim, para Conceição Lino, todas as denúncias são bem-vindas, sublinhando que existe uma total disponibilidade para receber queixas ou informações. Isto porque a repórter considera que as queixas reflectem e evidenciam um envolvimento dos cidadãos em tudo aquilo que nos rodeia.

A jornalista recorda, a título de exemplo, o caso que tratou e que tem como protagonista um dos seus colegas da Redacção da SIC, Paulo Varandas.

"O filho do Paulo foi operado e ele apresentou uma baixa para poder estar com ele em casa. Foi ao Centro de Saúde com uma carta do cirurgião, apresentou a baixa de uma semana, visto que o filho ficaria com a mãe na semana seguinte. Agora - continua Conceição Lino -, recebeu uma carta da Segurança Social que o informa de que ele não tem direito a essa baixa, porque ela só abrange casos semelhantes se a criança tiver 10 anos. Ora, o miúdo dele tem 11 anos, ou seja, para o Estado uma criança com 11 anos pode perfeitamente estar sozinha em casa, num pós-operatório. Enfim, é a política de incentivos e protecção à natalidade que temos" - conclui.

Para a jornalista, este é apenas um exemplo "de que qualquer fonte é boa desde que o assunto tenha interesse".

A selecção dos temas que vão para o ar do "Nós por cá" é da responsabilidade do chamado "núcleo duro" do programa, que é constituído por Conceição Lino, a produtora Isabel Mendonça e a jornalista Ana Martins.

"Nós somos o núcleo duro e depois contamos com os correspondentes da SIC e, obviamente, com os nossos colegas repórteres de imagem, editores, gráficos e o pessoal do estúdio" - acrescentou.

O acolhimento que o programa tem tido junto dos telespectadores é uma situação que, naturalmente, lhe agrada e mais ainda quando tem conhecimento que o assunto que tratou foi solucionado. "Nem que seja um sinal de trânsito que estava mal colocado", sublinhou.

As audiências, por seu turno, também são motivo de satisfação, uma vez que o programa está no topo dos números da estação e tem conseguido até maior audiência do que a concorrência à mesma hora. Ainda assim, Conceição Lino não pretende ficar por aqui e admite ter a pretensão "de chegar ao maior número possível de pessoas por isso, trabalho há 15 anos numa estação generalista".

As audiências do "Nós por cá" são motivo de "grande orgulho", mas, para a jornalista, é mais importante a atitude que as pessoas têm com ela na rua. "É bom ser abordada na via pública com palavras de reconhecimento pelo meu trabalho, tanto por um casal de reformados, como por um miúdo de 10 anos ou um universitário que não perde um programa".
publicado por Portugal TV às 23:30
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